terça-feira, 12 de outubro de 2010


INTOLERÂNCIA AOS DIFERENTES E PRESSÃO DE GRUPO

Antes do mundo se transformar numa aldeia global; a agressividade e a maldade gratuita; hoje rotulada de bullying; era fruto da má formação da personalidade (índole) ou de uma educação de berço deficiente.

Mas;
Viver com qualidade daqui em diante será para quem pensa bem; pois, as influências externas vão ter um peso muito maior na qualidade íntima e comunitária.
Devido ao tipo de escolarização precoce dos dias de hoje a criança fica exposta prematuramente às modernas e invasivas pressões dos grupos; fator de peso na origem da violência gratuita; da sua convivência diária.

Fato grave:

ESTÃO ENCURTANDO A INFÂNCIA.

Em virtude do atual poder da mídia:
As crianças de hoje, assimilam muito rapidamente os valores dos adultos e seus defeitos de caráter.
Com isso, aumenta em progressão geométrica o numero de crianças sarcásticas, agressivas, desonestas, cínicas; que são capazes de ferir nos sentimentos e nas emoções.

E por não terem ainda desenvolvido plenamente o verniz social:
Agridem aqueles que não se enquadram nos seus valores de crianças bem sucedidas no seu meio; no seu habitat; seja ele qual for.

A excessiva exposição ás informações:
Adultera a infância.

Aumenta a intolerância aos diferentes:
Aqueles que não se vestem na última moda da sua tribo.
Aos que não cortam os cabelos de determinada forma.
Os que não usam seu linguajar.
Os que não freqüentam os lugares da moda ditada pelas “lideranças” locais.

Adesão através da agressão:
Aí, de quem não se enquadrar!
De quem não puder; ou, não fizer isso ou aquilo.

Somos uma sociedade que se condena a viver cada vez mais em perigo constante e inútil.

Os não capazes de seguir os padrões.
Correm o risco de:
Desenvolver o sentimento de menos valia.
Aprofundar uma timidez mórbida.
Facilitar o desabrochar de doenças mentais de sua predisposição.
Sofrer agressões físicas.

Em situação pior se encontram os já diferentes pela: gordura, altura, cor da pele, tipo de cabelo, doenças físicas, timbre de voz etc.

Quanto mais desprotegidas da mídia da atualidade estiverem nossas crianças; maior será o risco de agredirem, serem agredidas ou tornarem-se cidadãos com fortes deficiências éticas; e até aleijões morais; num eterno círculo vicioso; nem tão eterno assim.

Material para reflexão:

FERIDAS PSICOLÓGICAS, AFETIVAS E POLÍTICAS DEMORAM MAIS A CICATRIZAR...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

NEM LIGADA NO 220V NEM DDAH – MAL EDUCADA




A maior parte dos “pestinhas” de hoje são crianças mal educadas para viver no mundo atual.

É comum que a criança mal/educada passe em avaliação pelo pediatra sendo, um dia, encaminhada ao neurologista para ser avaliada. Isso é natural; pois, sempre antes que uma criança/problema seja rotulada de mal/educada; ou melhor, mal/treinada deve ser descartada qualquer disfunção ou lesão física; que seja capaz de alterar-lhe o aprendizado ou o comportamento.

Essa situação é tragicômica, um paradoxo para os pais.
Pelo lado da razão; eles temem resultados de exames que comprovem alguma doença; às vezes, eles os pais, até adoecem na fase de diagnóstico.
Pelo lado da emoção, porém, desejariam que uma doença justificasse o distúrbio de comportamento apresentado pelo filho; para que não sejam vistos e considerados como pais relapsos ou incompetentes.

E modificar isso; vai dar trabalho para os pais que tem que correr daqui, levar para ali, mudar hábitos, alterar comportamentos...

Na verdade quase todas as crianças são mal/educadas porque são mal/estudadas; desde o princípio.

O que seria educar verdadeiramente uma criança como um ser humano de boa qualidade para a época?

Acima de tudo:
É não esquecer que ali está desde o nascimento; um ser que, trouxe; uma personalidade em desarmonia; onde ainda predomina: orgulho, impaciência, intolerância, agressividade, medo, ansiedade, enfim todas as doenças da Alma Humana.
E, que não está condenado a ficar nessa condição a vida toda, ao contrário; deve ser estimulado a educar-se, a modificar-se de forma voluntária, buscando o equilíbrio entre as polaridades que compõem o ser vivente humano na sua evolução ao longo do tempo: amor/ódio, orgulho/humildade, impaciência/paciência, razão/emoção, medo/coragem...

A muitas crianças, falta além de educação; treinamento adequado para viver em sociedade; daí; onde estiverem passam a ser rotuladas como crianças/problema.

Vamos estudar alguns dos tipos mais comuns:

• Sem limites: essas crianças carecem de parâmetros de comportamento social; invadem o espaço dos outros, não tem horários definidos nem rotina instituída. É comum que sejam filhos de pais acomodados, preguiçosos e inconstantes. Recebem ordens segundo o estado de humor dos pais que geralmente vivem em conflito íntimo e entre si.
• Birrentas: Tudo querem ganhar no grito, não sabem e não querem aprender a esperar sua vez. Jamais aceitam um não às suas vontades. Quase sempre são filhos de pais impacientes, intolerantes e contidos.
• Agressivas: Quando contrariadas em seus desejos, chutam, batem, mordem, xingam. Espelham os pais sem as máscaras da hipocrisia.
• Inconvenientes: Comportam-se indevidamente nos ambientes; gritam; são barulhentas.

Não são tecnicamente doentes mentais ou apresentam distúrbios das emoções; para essas crianças, falta apenas treinamento para a vida social; que ao longo da existência, vai se processando forçada pela necessidade de serem aceitas na escola, no trabalho, nos clubes, etc.
Nesse caso a máscara social da hipocrisia cai com mais facilidade em situações limite; cada vez mais estreitos. Pois muitas vezes não houve ainda uma reforma íntima das tendências e predisposições que caracterizam sua personalidade em evolução.

Crianças problema são cada vez mais raras: famílias problema são cada vez mais comuns.

domingo, 3 de outubro de 2010

HÁ MOMENTOS DE BOA E DE MÁ QUALIDADE?

Qualquer um de nós vai responder a essa questão segundo a sua forma de perceber a vida neste instante.
Cada qual irá interpretar o conceito segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez ou de forma emocional. Depende de como se encontram suas relações afetivas.
Outras interpretações podem ser predominantemente sensitivas ou até teóricas, etc. Talvez seja mais prático dizer que o momento é uma coisa subjetiva que depende de sensações e da sua interpretação.
Como andam minhas relações afetivas?
E as familiares?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

CANSOU? – NÃO SEJA BURRO DE CARGA DOS OUTROS

Imaginemos que estamos iniciando uma jornada cósmica, saindo de onde estamos neste momento, até um determinado ponto à frente na estrada da evolução.

Os caminhos para lá chegar são vários.

É preciso antes de escolher o melhor para nós, planejar a viagem e levar apenas o necessário para que seja alegre e prazerosa.
Caso carreguemos nas costas muitas coisas inúteis, ou aceitemos a condição de bestas de carga dos outros, breve estaremos parados à beira do caminho, esgotados, resfolegando.
Quase sempre levando no lombo as cobranças dos outros.
E, pior: no prejuízo da inutilidade.

Os viajantes acostumados a dar-se bem são precavidos, comedidos, simples, desapegados, ajudam sem se deter, fazem questão de pagar o preço justo pelo que recebem. Espalham as sementes da alegria, da concórdia e do respeito. Não tem pressa, apreciam a jornada. Dividem, compartilham. Mas, sabiamente, recusam-se a carregar as inutilidades dos outros...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DESVIOS DA POLARIDADE SEXUAL

Nem sempre somos o que parecemos; e tentamos confundir os outros até por puro prazer de chocar, usando nosso livre arbítrio e o desejo de sermos amados e felizes.
Ando muito por aí; por necessidade e comodismo usando o péssimo (diga-se de passagem) transporte público: peruas, ônibus, metrô. Uso o tempo para aprender; e, até para me divertir: ás vezes surge um ser; é um ser, uma incógnita que bicho é esse no zoológico humano? E, fico brincando comigo mesmo: Será homem, mulher ou nenhuma das opções?
Nada a ver com preconceitos; pois, assumir a polaridade sexual em 3D é um mero detalhe. Tal e qual as outras polaridades da vida.

Em se tratando de sexo:
Segundo os mais variados motivos, às vezes, mudamos repentinamente a polaridade habitual e, renascemos numa, cujas particularidades não dominamos, criando dificuldades existenciais consideráveis.

Para facilitar o entendimento de situações observadas no cotidiano:

Polarização harmônica – O espírito está em harmonia com os objetivos da sexualidade em que está polarizado e, com plena aceitação das tarefas a serem desenvolvidas durante a existência.
Polarização desarmônica – O espírito teve de repente a polaridade sexual em desenvolvimento evolutivo modificada. Surgem então, durante a existência, impulsos e tendências próprios do sexo oposto ao atual.
Polarização harmônica e amorosa – A energia sexual usada nessas condições opera verdadeiros milagres, é verdadeira transfusão de energia. Qual transformador, que amplia e alimenta o sentimento, daquele que nada mais deseja para si mesmo antes de desejar para o outro. Atua curando; elimina bloqueios energéticos; restaura os centros de força e; seus efeitos perduram.
Polarização harmônica egoísta – É a energia liberada na relação apaixonada que revigora, acalma, equilibra; mas; seus efeitos não perduram; já que lhe falta o dínamo do amor. A intenção é a satisfação própria ou prazer pessoal; aquele que não proporciona satisfação plena e; nos deixa, sempre insatisfeitos.
Polarização harmônica disfuncional – Busca-se apenas a satisfação de desejos e necessidades próprios sem interesse real na outra pessoa; trata-se de uma descarga energética, que pode ser lesiva; quando ilude e busca vantagens: posição social, fortuna, presentes; torna-se algo comercial que logo conduz à busca insaciável de novos parceiros, atrás de uma satisfação inatingível; tal e qual o desvio do compulsivo que come sem ter forme. Essa forma de uso da sexualidade tem como fator moderador as doenças sexualmente transmissíveis; de curto, médio e longo prazo: gonorréia, sífilis, aids..., vida após vida...
Polarização harmônica lesional – Acrescente-se à intenção egoísta a vontade de causar prejuízo à outra criatura: agredindo, difamando, assediando ou disseminando doenças.
Polarização desarmônica – É possível conseguir na atual existência á custa de raciocínio, disciplina e renúncia, o equilíbrio necessário para continuar na polaridade sexual em que se encontrava na fase anterior.
Os que na atual existência, estão em desarmonia com a polaridade sexual, homossexuais de qualquer tipo: bichas, lésbicas, viados, gays e outras novidades criadas pela mídia todos os dias...; provavelmente, boa parte, na existência anterior causou distúrbios a si e a outros; e segundo a Lei, trazem tendências e impulsos difíceis de controlar, como qualquer outra doença evolutiva: bebida, fumo, mentira, roubo, etc. Merecem todo o respeito como qualquer um de nós, doentes da evolução em múltiplos aspectos.

E SE EU FOSSE VOCÊ – 4?
Assistam – se der tempo.

O QUE ISTO TEM A VER COM O CONCEITO FAMÍLIA?

Para bom entendedor - meia palavra basta.

Veja a continuidade em - http://jogosdeamore.blogspot.com
SOU ELE OU ELA?

sábado, 11 de setembro de 2010

FAMÍLIA BAGUNÇADA – SOCIEDADE ZONEADA – PERIGO Á VISTA

É preciso cumprir as regras.

Na vida humana em comum há um problema maior do que instituir regras claras, lógicas e inteligentes de convivência: aplicar essas regras de forma justa.

Simples palavras não educam ninguém...
(Graças a Deus, caso contrário o mundo seria um hospício sem conserto)
Na vida em família é preciso que a criança conheça as regras de forma clara e lógica. Porém, quanto mais se fica repetindo na orelha da criança pior é. Maior se torna o impulso de violá-las.
A fixação das regras pelo subconsciente da criança decorre dos exemplos diários que recebe dos adultos no cumprimento das regras que eles mesmos instituíram. Como as pessoas têm pouca consciência da maior parte de suas atitudes, vivem abrindo exceções para si mesmas ou para outros, mas só quando lhes convém.

Regras existem para serem cumpridas e para serem quebradas...
Deve ficar bem claro que elas podem ser quebradas e desrespeitadas por qualquer um, quando for da sua vontade. As regras nunca podem tolher a liberdade das pessoas. Apenas há um preço a pagar: as conseqüências disso devem ser vividas de forma integral, tanto faz que se arrependa ou não, sem choradeira ou revolta. A isso, chama-se aprender a arte da responsabilidade, um fator importante para desenvolver o sentimento do amor. Quem ama se responsabiliza pelo objeto do seu amor; não o faz obrigado ou sob pressão; mas de forma livre e voluntária.
Não responsabilizar-se pelas próprias escolhas é um dos grandes entraves à humanização das pessoas. Além disso, é a base de sentimentos negativos e destruidores como: revolta, negativismo, insatisfação. Todos eles fazendo parte integrante do que chamamos dor ou sofrer.
A criança deve ser alertada para o fato de poder quebrar as regras, mas que deve pensar muito bem nas possíveis conseqüências tanto para si mesma quanto para os outros.

Obrigação não merece elogios...
Muito cuidado para não acoplar o cumprimento das regras a valores afetivos e a elogios. Não pode haver prêmio para regras cumpridas, pois logo o sistema descamba para o suborno e a chantagem.
Elogios são para quem faz mais do que suas obrigações. E deve ser dado na hora certa, no exato momento. Pessoas que desde a infância são movidas em suas atitudes por elogios, quando eles não vêm tornam-se depressivas; e até passam a cumprir simples obrigações de má vontade e podem passar a fazer as coisas mais simples malfeitas.

Formação de quadrilha começa em casa...
Para manter seus interesses de poder, não é raro que o pai ou a mãe escondam um do outro uma arte ou uma pisada na bola da criança. Essa inocente cumplicidade pode trazer grandes problemas futuros e afetar a personalidade da criança de forma danosa.

Perdão inadequado, repetição certa...
Dessa vez passa!!!
Essa é a forma de acabar rapidamente com quase todas as regras que regem a vida em família, tornando-a uma bagunça do tipo: cada um faz o que lhe dá na telha. Hoje pode, pois estou de bom humor. Seu pai não deixou, ele é muito chato mesmo, pode ir que depois eu seguro as pontas, etc.

É preciso competência até para assumir a própria mediocridade...
Os adultos devem buscar se tornar competentes para criar regras e limites e para fazer com que sejam cumpridos. Muitas regras são desrespeitadas por preguiça, insegurança ou medo.

É comum que questionemos a bandalheira em que se tornou nossa sociedade num crescendo; sem atentar para as origens do problema: a família sem regras gerando indivíduos sem limites de desobediência, ganância e “mau caratismo” (segundo o bem amado) para atingir seus egoístas interesses de grana e de poder. O problema é muito grave; pois, assim como assistimos ao desmanche das famílias; podemos assistir de forma bem mais grave o desmanche da sociedade, já quase em pé de guerra.
Na família ou bem ou mal ainda há os laços de sangue a quebrar o galho na hora do “vamo vê” das disputas; mas, na vida social; os laços de sangue podem virar poças...

Projetemos isso no momento social e político que está começando; afinal 2010 é um ano de vacas gordas; mas, como grana não nasce em árvores; de 2011 em diante – não é nada inteligente nem correto entregar apenas nas mãos de Deus...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

QUEM AMA; SE CUIDA

Vezes sem conta, durante nossas vidas dizemos aos outros que os amamos ou fazemos juras de amor a alguém.
Como posso amar aos outros se não amo minha pessoa?
- De que forma posso materializar o amor próprio?
- De muitas e de todas as formas possíveis.

Apenas quem reflete; é capaz de procurar princípios sólidos e duradouros para regular o seu querer e o seu recusar em ações referentes a si mesmo.
O desejo de progredir; reflete o cuidado e o respeito que temos por nós mesmos; essa atitude, é a prova de nos amarmos; daí, é que procede a máxima de amar ao próximo como a nós mesmos. E este amor; deve traduzir-se em esforço próprio, em auto/conhecimento e auto/educação.

Sem baboseiras sensuais, idílicas e novelescas:
O amor aos outros sempre começa pelo amor a nós mesmos. Sempre.

Amor é trabalho.

Amor é, dentre outras coisas: investimento; real preocupação ativa pela vida e crescimento da consciência a respeito daquilo que amamos.
Sua essência é trabalhar por alguma coisa e fazer alguma coisa crescer em todos os sentidos possíveis e imagináveis.

Amor e trabalho são inseparáveis; pois quem ama cuida.

Amor é responsabilidade.

Estamos habituados a entender a responsabilidade como dever; algo imposto de fora: a famigerada: obrigação.
No entanto ela em seu verdadeiro sentido é inteiramente voluntária. São as respostas que damos às nossas necessidades expressas, no caso, dos cuidados a nós mesmos – refletidas nos objetos do nosso amor.

Ser responsável significa ter de responder, estar pronto para isso.

A pessoa que tem amor responde de pronto; sente-se responsável pela pessoa que ama como se sente por si mesma.

No caso de saúde ou doença, quando aprendo a me cuidar; aceito acima de tudo que eu mesmo sou a causa e o efeito dos meus cuidados ou da falta deles; materializada na saúde ou na falta dela – e aceito também; que as pessoas do meu limitado círculo de amor – igualmente, elas dependem do amor que tenho á minha própria pessoa; pois, de alguma forma eu também sou objeto de amor de alguém ou de muitos.

Amor é respeito.

A responsabilidade poderia facilmente corromper-se em dominação e possessividade; se não houvesse outro componente do amor que é o respeito; que não é medo ou temor; mas a capacidade de ver uma pessoa tal e qual ela é. Respeitá-la, é ter conhecimento de sua individualidade; e preocupar-se em que ela cresça tal e qual ela é.
No amor a nós mesmos, essa atitude implica em conhecimento de quem somos e da aceitação a seguir.

Respeitar uma pessoa não é possível sem conhecê-la.

Cuidado e responsabilidade seriam cegos se não fossem guiados pelo conhecimento, que seria vazio sem a preocupação.

Comece a se cuidar melhor usando a máxima de Sócrates: Conhece-te a ti mesmo...

Em tempo:
Cuidar da saúde física, emocional, afetiva; pouco tem a ver com exames laboratoriais, cuidados médicos, psicológicos, filosóficos, religiosos.

Tudo, nesta fase da vivência em 3D, se resume a duas questões básicas:
O que fazemos aqui?
O que faço eu aqui?
Qual meu projeto de vida em 3D?

Pelo amor a Deus – não sai da sala antes da aula terminar...

QUE PENA...